Ex-prefeito de Macapá é alvo de operação da PF Um homem foi preso em Canela, na Serra Gaúcha, na manhã desta terça-feira (26) pela Polícia Federal (PF). A operação Palanque Digital investiga uma milícia digital que teria desviado mais de R$ 25 milhões dos cofres públicos. Entre os alvos dos 35 mandados de busca e apreensão estão políticos, influenciadores, jornalistas, ex-secretários de governo, uma agência de publicidade e seus sócios,. Os mandados foram cumpridos em Macapá (AP), Belém (PA) e Canela. No Rio Grande do Sul, o g1 apurou que o alvo foi o sócio de uma empresa de comunicação social que atua em Macapá. Ele mora na Serra Gaúcha. O nome dele e da empresa não foram divulgados. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Conforme a PF, ele foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. Durante as buscas, foram apreendidos aparelhos celulares, mídias externas e armas de fogo em situação irregular. A investigação aponta que a milícia digital atua há quatro anos e é financiada com recursos da Prefeitura de Macapá, com o objetivo de promover o ex-prefeito Dr. Furlan (PSD), a esposa dele e atacar adversários. Furlan foi afastado do cargo na operação da PF do dia 4 de março que investiga suspeita de fraude em licitação e desvio de recursos na obra de cerca de R$ 70 milhões do hospital municipal. No dia seguinte à operação, ele renunciou ao cargo de prefeito e se lançou como pré-candidato ao governo do Estado. A investigação identificou, até agora, mais de R$ 25 milhões em contratos de publicidade institucional da Prefeitura que foram usados para autopromoção e ataques a opositores. Além dos contratos, há indícios de que pessoas ligadas à milícia digital também eram nomeadas em cargos de várias secretarias municipais como forma de pagamento pelas divulgações. Ainda de acordo com a investigação, entre os alvos da milícia estavam até senadores e um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Inteligência artificial Os investigadores descobriram o uso de inteligência artificial para criar imagens, vídeos, áudios manipulados e deepfakes. Também foram identificados conteúdos de cunho homofóbico usados nos ataques. Sócio de agência da Serra Gaúcha é preso por posse ilegal de arma durante operação contra milícia digital no Amapá Polícia Federal VÍDEOS: Tudo sobre o RS
Sócio de agência da Serra Gaúcha é preso por posse ilegal de arma durante operação contra milícia digital no Amapá
Escrito em 26/05/2026
Ex-prefeito de Macapá é alvo de operação da PF Um homem foi preso em Canela, na Serra Gaúcha, na manhã desta terça-feira (26) pela Polícia Federal (PF). A operação Palanque Digital investiga uma milícia digital que teria desviado mais de R$ 25 milhões dos cofres públicos. Entre os alvos dos 35 mandados de busca e apreensão estão políticos, influenciadores, jornalistas, ex-secretários de governo, uma agência de publicidade e seus sócios,. Os mandados foram cumpridos em Macapá (AP), Belém (PA) e Canela. No Rio Grande do Sul, o g1 apurou que o alvo foi o sócio de uma empresa de comunicação social que atua em Macapá. Ele mora na Serra Gaúcha. O nome dele e da empresa não foram divulgados. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Conforme a PF, ele foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. Durante as buscas, foram apreendidos aparelhos celulares, mídias externas e armas de fogo em situação irregular. A investigação aponta que a milícia digital atua há quatro anos e é financiada com recursos da Prefeitura de Macapá, com o objetivo de promover o ex-prefeito Dr. Furlan (PSD), a esposa dele e atacar adversários. Furlan foi afastado do cargo na operação da PF do dia 4 de março que investiga suspeita de fraude em licitação e desvio de recursos na obra de cerca de R$ 70 milhões do hospital municipal. No dia seguinte à operação, ele renunciou ao cargo de prefeito e se lançou como pré-candidato ao governo do Estado. A investigação identificou, até agora, mais de R$ 25 milhões em contratos de publicidade institucional da Prefeitura que foram usados para autopromoção e ataques a opositores. Além dos contratos, há indícios de que pessoas ligadas à milícia digital também eram nomeadas em cargos de várias secretarias municipais como forma de pagamento pelas divulgações. Ainda de acordo com a investigação, entre os alvos da milícia estavam até senadores e um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Inteligência artificial Os investigadores descobriram o uso de inteligência artificial para criar imagens, vídeos, áudios manipulados e deepfakes. Também foram identificados conteúdos de cunho homofóbico usados nos ataques. Sócio de agência da Serra Gaúcha é preso por posse ilegal de arma durante operação contra milícia digital no Amapá Polícia Federal VÍDEOS: Tudo sobre o RS

