Presos usavam nomes de delegados de SP para aplicar golpes de dentro de presídio no RS, afirma polícia Polícia Civil/Divulgação Uma operação conjunta das polícias civis do Rio Grande do Sul e de São Paulo, com apoio da Polícia Penal, foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (21) para desarticular uma organização criminosa que aplicava golpes de dentro do Presídio Regional de Santa Cruz do Sul. A Operação Phantom tem como alvo 13 presos. Também foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão, sendo seis em Santa Cruz do Sul e um em Novo Hamburgo. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Segundo o delegado do Setor de Investigações Gerais de São Paulo, Adair Marques Correia, as investigações começaram há cerca de dois meses. O estopim foi uma série de fraudes usando nomes de delegados da Polícia Civil paulista, incluindo o do delegado-geral. Veja os vídeos que estão em alta no g1 De acordo com a polícia, o grupo usava diferentes linhas telefônicas e números de WhatsApp, com DDDs variados conforme o estado das vítimas. O esquema era operado de dentro da unidade prisional e contava com o apoio de familiares dos detentos. Dois parentes de presos foram detidos, suspeitos de receber os valores obtidos com os golpes. Embora o grupo já aplicasse outras fraudes, a operação foi motivada pelo uso dos nomes dos delegados em golpes por aplicativos de relacionamento. VÍDEOS: Tudo sobre o RS
Suspeitos de usar nomes de delegados de SP para aplicar golpes de dentro de presídio são alvo de operação no RS
Escrito em 21/05/2026
Presos usavam nomes de delegados de SP para aplicar golpes de dentro de presídio no RS, afirma polícia Polícia Civil/Divulgação Uma operação conjunta das polícias civis do Rio Grande do Sul e de São Paulo, com apoio da Polícia Penal, foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (21) para desarticular uma organização criminosa que aplicava golpes de dentro do Presídio Regional de Santa Cruz do Sul. A Operação Phantom tem como alvo 13 presos. Também foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão, sendo seis em Santa Cruz do Sul e um em Novo Hamburgo. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Segundo o delegado do Setor de Investigações Gerais de São Paulo, Adair Marques Correia, as investigações começaram há cerca de dois meses. O estopim foi uma série de fraudes usando nomes de delegados da Polícia Civil paulista, incluindo o do delegado-geral. Veja os vídeos que estão em alta no g1 De acordo com a polícia, o grupo usava diferentes linhas telefônicas e números de WhatsApp, com DDDs variados conforme o estado das vítimas. O esquema era operado de dentro da unidade prisional e contava com o apoio de familiares dos detentos. Dois parentes de presos foram detidos, suspeitos de receber os valores obtidos com os golpes. Embora o grupo já aplicasse outras fraudes, a operação foi motivada pelo uso dos nomes dos delegados em golpes por aplicativos de relacionamento. VÍDEOS: Tudo sobre o RS