No RS, Augusto Cury defende app para mulheres vítimas de violência, mas não cita uso de drones contra feminicídios

Escrito em 01/09/2026


Augusto Cury defende app para mulheres vítimas de violência, mas não cita uso de drones O candidato à presidência da República Augusto Cury (Avante) voltou a falar sobre a proposta de criar um aplicativo para combater nacionalmente a violência contra a mulher em agenda no Rio Grande do Sul nesta segunda-feira (31). Cury, no entanto, não citou a proposta de usar drones no combate a tentativas de feminicídio, que foi divulgada durante o Jornal Nacional de sábado (29). Na sabatina, Cury foi questionado sobre o uso de drones que seriam acionados pelas delegacias em casos de violência contra a mulher. Segundo o candidato, os equipamentos poderiam chegar ao local antes dos policiais e emitir um alerta sonoro. “[O drone] se aciona na delegacia, ele sai da delegacia antes do policial e ele faz uma sirene de alerta. E isso pode evitar que o predador, que age rapidamente, possa matá-la ou agredi-la”, afirmou no jornal. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp No RS, Cury defendeu a integração entre forças policiais e o uso do app para evitar casos de violência: "Vamos também construir um app onde uma mulher numa situação de estresse extremo, sabendo que poderia correr risco de vida, entra nesse app, o botão de alerta é georreferenciado e, consequentemente, os agentes policiais possam socorrê-la de maneira muito mais rápida e consistente", disse. O candidato do Avante também classificou os casos de violência como "uma epidemia contra as mulheres, uma violência sem precedente". "A cada cinco ou seis horas uma mulher é morta pelos seus maridos ou parceiros ou familiares. Uma atrocidade inimaginável. Gostaria de olhar nos olhos de Lula da Silva e perguntar por que essa atrocidade ainda continua", afirmou. Augusto Cury, candidato à presidência pelo Avante, participou de agenda no Rio Grande do Sul Reprodução/RBS TV Drones contra feminicídios Augusto Cury responde sobre proposta de combate ao feminicídio Ao falar sobre o combate ao feminicídio, Cury defendeu mudanças na atuação da polícia, com maior uso de tecnologia e uma postura mais proativa das forças de segurança. Entre as medidas, propôs o uso de drones que seriam acionados pelas delegacias em casos de violência contra a mulher. Segundo o candidato, os equipamentos poderiam chegar ao local antes dos policiais e emitir um alerta sonoro. “[O drone] se aciona na delegacia, ele sai da delegacia antes do policial e ele faz uma sirene de alerta. E isso pode evitar que o predador, que age rapidamente, possa matá-la ou agredi-la”, afirmou. Cury também propôs a criação de um aplicativo que permitiria às mulheres acionar diretamente as delegacias. Questionado sobre a falta de infraestrutura adequada de internet em parte do país, reconheceu que a ferramenta não estaria disponível em todas as cidades. “Se tiver um aplicativo, certamente esse botão de alerta faz com que policiais sejam acionados mais rapidamente para socorrer”, disse. VÍDEOS: Tudo sobre o RS
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